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*Rantanplan
Rantanplan é uma das personagens mais populares e divertidas do universo de Lucky Luke, a clássica série de banda desenhada criada pelo desenhador belga Morris (Maurice De Bevere). Conhecido como o cão mais desastrado e pouco inteligente do Oeste, Rantanplan conquistou um lugar próprio entre as personagens mais memoráveis da BD franco-belga.
A personagem faz parte do universo de Lucky Luke, série criada por Morris em 1946 e desenvolvida, a partir de 1955, em colaboração com o célebre argumentista René Goscinny. Ao longo das aventuras do cowboy que dispara mais depressa do que a própria sombra, Rantanplan surge ao lado de personagens como Lucky Luke, Jolly Jumper e os Irmãos Dalton, contribuindo para inúmeras situações de humor e confusão.
Rantanplan é apresentado como um cão de guarda associado à prisão onde os Dalton são frequentemente encarcerados. Apesar da sua função, a sua distração, ingenuidade e falta de inteligência fazem dele uma fonte constante de situações cómicas.
Ao contrário de Jolly Jumper, o inteligente cavalo de Lucky Luke, Rantanplan raramente compreende o que está realmente a acontecer à sua volta. É precisamente essa característica que está na origem de grande parte do humor da personagem.
A sua relação com os Irmãos Dalton é particularmente importante no universo de Lucky Luke. As tentativas de fuga, as detenções e as situações absurdas envolvendo os prisioneiros proporcionam numerosas aparições do cão, que se tornou uma presença habitual nas aventuras da série. A própria Dargaud apresenta Rantanplan como uma personagem tradicional de Lucky Luke e como “o cão mais bête do faroeste”.
Morris e René Goscinny
Morris é o criador de Lucky Luke e o responsável pelo desenvolvimento gráfico de Rantanplan. A primeira aventura de Lucky Luke surgiu em 1946 e, a partir de 1955, René Goscinny passou a trabalhar como argumentista da série, contribuindo decisivamente para a sua evolução e para o seu característico humor.
A colaboração entre Morris e Goscinny produziu algumas das aventuras mais conhecidas de Lucky Luke. Rantanplan integra esta galeria de personagens secundárias que ajudaram a transformar a série numa referência da banda desenhada europeia. O Institut René Goscinny identifica expressamente Rantanplan entre as personagens recorrentes do universo de Lucky Luke.
Aparições nas aventuras de Lucky Luke
Rantanplan pode ser encontrado em diversas aventuras clássicas de Lucky Luke, frequentemente associado ao ambiente prisional e aos Irmãos Dalton.
Entre as obras em que a personagem assume especial importância encontra-se O Herdeiro de Rantanplan (L'Héritage de Ran Tan Plan), publicado originalmente em 1973. O álbum foi escrito por René Goscinny, desenhado por Morris e publicado originalmente pela Dargaud.
A personagem também aparece noutras aventuras e compilações de Lucky Luke, fazendo parte da extensa galeria de figuras que acompanham o herói nas suas viagens pelo Oeste americano.
A série própria de Rantanplan
A popularidade da personagem levou à criação de uma série própria de banda desenhada dedicada a Rantanplan. Segundo a informação bibliográfica da Dargaud, Morris começou a desenhar a série Rantanplan a partir de 1987.
A série autónoma desenvolveu novas aventuras centradas no cão de guarda, mantendo o humor absurdo e a característica ingenuidade da personagem.
Entre os autores associados aos álbuns de Rantanplan encontram-se Jean Léturgie, Fauche, De Groot e Adam, nos argumentos, enquanto Morris e Janvier surgem entre os desenhadores, com Leonardo associado às cores de vários volumes.
A Dargaud apresenta atualmente uma coleção de 20 tomos de Rantanplan, demonstrando a dimensão que a personagem adquiriu para além das suas aparições nas aventuras de Lucky Luke.
A personagem faz parte do universo de Lucky Luke, série criada por Morris em 1946 e desenvolvida, a partir de 1955, em colaboração com o célebre argumentista René Goscinny. Ao longo das aventuras do cowboy que dispara mais depressa do que a própria sombra, Rantanplan surge ao lado de personagens como Lucky Luke, Jolly Jumper e os Irmãos Dalton, contribuindo para inúmeras situações de humor e confusão.
Rantanplan é apresentado como um cão de guarda associado à prisão onde os Dalton são frequentemente encarcerados. Apesar da sua função, a sua distração, ingenuidade e falta de inteligência fazem dele uma fonte constante de situações cómicas.
Ao contrário de Jolly Jumper, o inteligente cavalo de Lucky Luke, Rantanplan raramente compreende o que está realmente a acontecer à sua volta. É precisamente essa característica que está na origem de grande parte do humor da personagem.
A sua relação com os Irmãos Dalton é particularmente importante no universo de Lucky Luke. As tentativas de fuga, as detenções e as situações absurdas envolvendo os prisioneiros proporcionam numerosas aparições do cão, que se tornou uma presença habitual nas aventuras da série. A própria Dargaud apresenta Rantanplan como uma personagem tradicional de Lucky Luke e como “o cão mais bête do faroeste”.
Morris e René Goscinny
Morris é o criador de Lucky Luke e o responsável pelo desenvolvimento gráfico de Rantanplan. A primeira aventura de Lucky Luke surgiu em 1946 e, a partir de 1955, René Goscinny passou a trabalhar como argumentista da série, contribuindo decisivamente para a sua evolução e para o seu característico humor.
A colaboração entre Morris e Goscinny produziu algumas das aventuras mais conhecidas de Lucky Luke. Rantanplan integra esta galeria de personagens secundárias que ajudaram a transformar a série numa referência da banda desenhada europeia. O Institut René Goscinny identifica expressamente Rantanplan entre as personagens recorrentes do universo de Lucky Luke.
Aparições nas aventuras de Lucky Luke
Rantanplan pode ser encontrado em diversas aventuras clássicas de Lucky Luke, frequentemente associado ao ambiente prisional e aos Irmãos Dalton.
Entre as obras em que a personagem assume especial importância encontra-se O Herdeiro de Rantanplan (L'Héritage de Ran Tan Plan), publicado originalmente em 1973. O álbum foi escrito por René Goscinny, desenhado por Morris e publicado originalmente pela Dargaud.
A personagem também aparece noutras aventuras e compilações de Lucky Luke, fazendo parte da extensa galeria de figuras que acompanham o herói nas suas viagens pelo Oeste americano.
A série própria de Rantanplan
A popularidade da personagem levou à criação de uma série própria de banda desenhada dedicada a Rantanplan. Segundo a informação bibliográfica da Dargaud, Morris começou a desenhar a série Rantanplan a partir de 1987.
A série autónoma desenvolveu novas aventuras centradas no cão de guarda, mantendo o humor absurdo e a característica ingenuidade da personagem.
Entre os autores associados aos álbuns de Rantanplan encontram-se Jean Léturgie, Fauche, De Groot e Adam, nos argumentos, enquanto Morris e Janvier surgem entre os desenhadores, com Leonardo associado às cores de vários volumes.
A Dargaud apresenta atualmente uma coleção de 20 tomos de Rantanplan, demonstrando a dimensão que a personagem adquiriu para além das suas aparições nas aventuras de Lucky Luke.
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